Há 10 anos Dev e Ops se tornavam DevOps!

Há 10 anos Dev e Ops se tornavam DevOps!

Apesar de ser amplamente popular nos dias de hoje, o DevOps ainda é nebuloso para algumas pessoas e empresas que buscam se habituar aos novos conceitos da TI, no entanto em Outubro desse ano, o termo irá completar 10 anos!

Tudo começou em 2009 em San Jose – Califórnia, na  O’Reilly Velocity Conference quando Patrick Debois assistiu remotamente à – agora famosa – palestra “10 implantações por dia: cooperação entre Dev e Ops no Flickr”, de John Allspaw – vice presidente de operações técnicas – e Paul Hammond  – diretor de engenharia – onde cada um representou seu lado (desenvolvimento e operações) durante uma típica atualização de software, junto com todo o caos que sempre ERA gerado, com acusações clássicas, como “Não é o meu código, são suas máquinas!”. Porém, mostraram durante a apresentação que as atividades entre desenvolvimento e operações deveriam seguir um caminho único, transparente e totalmente integrado.

Isso foi suficiente para despertar o interesse de Patrick Debois no assunto, que recebeu o apoio dos participantes e outros entusiastas para promover um evento próprio, onde levou em consideração a colaboração mencionada na palestra para criar o nome, apenas adicionando a palavras “days” no final, culminando no 1º DevOpsDays,  porém muitos dos assuntos tratados no evento repercutiu nas redes sociais através da #DevOps, sendo suficiente para nascer o termo que hoje é o “supra sumo” de todas organizações.

Atualmente, na consultoria da 4Linux recebemos contato de diversas  empresas que estão em busca de “Adotar DevOps”, “Ser DevOps”, “Implantar DevOps” ou de sua “Transformação Digital” e não é atoa ou por acaso, as empresas que passaram à “adotar o DevOps” estão experimentando diversos benefícios atrelados à eficiência operacional, comunicação efetiva e fluída entre as equipes, redução de custos com a TI e proporcionando uma melhor satisfação de seus clientes, tanto internos, quanto externos.

“DevOps não se trata de automação, assim como astronomia não se trata de telescópios”

Christopher Little – executivo de tecnologia e um dos primeiros cronistas sobre DevOps.

Assim, ao contrário do que muitos pensam, DevOps não é só automatizar processos e instalar um Jenkins – apesar de muitas das práticas exigirem processos automatizados e um fluxo de integração/entrega contínua (CI/CD) – que poderia ser resolvido com o Jenkins e algumas playbooks do Ansible – DevOps vai muito além disso, pois seu principal pilar parte de uma cultura organizacional que permita atingir os objetivos compartilhados por todo o fluxo de valor da TI. Somente com a cooperação entre as áreas, processo flexíveis e feedback constante, o DevOps entra em uma empresa para ficar e para contribuir de forma eficaz com o negócio.

Por isso é importante que as empresas tenham conhecimento sobre “como e onde estão com relação ao DevOps” , “Onde desejam chegar” para assim traçar metas alcançáveis, para que esta “disrupção” dos processos tradicionais tenha o mínimo possível de empecilhos e gere valor mais rápido ao negócio, fazendo com que todo esse movimento, que pode ser iniciado por uma pequena equipe ou em cima de um produto menos relevante, impulsione outras áreas, equipes ou produtos, aumentando assim o valor da TI como um todo, em função das necessidades da negócio.

O DevOps é uma cultura disruptiva que quebra padrões tradicionais, mas que não deixa de os seguir, como o ITIL por exemplo, porém demanda uma maior flexibilidade em seus processos, onde deve começar a ser visto como um “ITSM Leve” que possui seus processos definidos, mas que não impeça o andamento dos processos automatizados. Porém, ao mesmo tempo o DevOps é uma cultura adaptativa, onde a organização deve ter conhecimento de seu estado atual e assim evoluir a cada passo, conforme os novos processos e ferramentas passam a mais bem aceitos e executados pela equipe.

Já sabemos que grandes empresas de tecnologia como Adobe, Facebook, Netflix e Amazon utilizam DevOps e são referencias globais no assunto, mas a questão agora é… o que sua empresa tem feito para ser o novo grande nome do DevOps mundial ?

 

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Se ainda tiver dúvidas, não hesite em entrar em contato conosco, estamos ansiosos para poder ajudá-lo!

 

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Davi Toledo
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Davi Toledo atua como Analista de Pré-Vendas na 4Linux, elaborando projetos de infraestrutura Linux e de soluções FOSS (Free and Open Source Software) para as mais diversas necessidades, formado em Redes de Computadores e com MBA em Governança Estratégica de TI pela FHO-Uniararas, está se pós-graduando em Infraestrutura de TI pela UFScar. Possui as Certificações LPIC-1, ITCerts Cloud Security Foundation, IT Governance Foudations, DevOps Essentials, DevOps Security e CertiProf Scrum Foudation.

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