DevOps, AIOps e SRE Fundamentals: conheça o novo curso

DevOps, AIOps e SRE Fundamentals: conheça o novo curso

Salve salve pessoal! Tudo bem com vocês? Espero que sim!

Hoje quero apresentar a versão atualizada do curso – DevOps, AIOps e SRE Fundamentals.

Levei um tempo bom pra ficar pronto, e tenho muito orgulho do resultado. O curso ganhou conteúdo novo, um lab completamente diferente e cobre o que o mercado DevOps está pedindo hoje: AIOps, SRE com DORA Metrics, GitOps com profundidade real e Platform Engineering como trilha de carreira.

Um curso que vai do zero ao GitOps completo — cobrindo cultura DevOps, AIOps, SRE, CNCF, Platform Engineering e um lab 100% local que reproduz um ambiente de produção real.

Bora ver o que você vai aprender?


O que o curso cobre

As bases que toda carreira exige. Antes de falar em trilhas e especialização, o curso dedica um bloco inteiro para os fundamentos que aparecem em toda vaga DevOps: Git, Linux, Redes e Observabilidade. Não tem como pular isso. Quem não domina o terminal, não sabe depurar um DNS, não entende o que acontece depois do git push — vai travar independente de quantas ferramentas conhece.

DORA Metrics de verdade. O curso agora ensina as quatro métricas que o Google usa pra medir maturidade de times de engenharia — Deployment Frequency, Lead Time for Changes, Change Failure Rate e MTTR. Com os quatro níveis (Low, Medium, High, Elite), o aluno sai sabendo classificar o próprio time e o que mudar pra subir de nível.

GitOps com profundidade. O conceito todo mundo tem. O que eu adicionei foi o loop de reconciliação — como o ArgoCD compara estado desejado (Git) com estado atual (cluster) e age sobre a divergência. O push-less deployment — ninguém faz kubectl apply em produção, só o operador GitOps tem essa permissão. E a rastreabilidade para ambientes regulados — LGPD, PCI-DSS, SOC 2. Cada mudança com autor, timestamp e motivo no histórico do Git.

AIOps no currículo. Não como módulo extra — como contexto. A IA já está em cada etapa do pipeline: no code review, na geração de testes, na detecção de anomalias, no diagnóstico de incidentes. O curso explica onde ela acelera o trabalho e, principalmente, onde ela engana quem não tem base técnica sólida.

CNCF e o episódio das licenças. Em 2023 a HashiCorp mudou a licença do Terraform de open source para comercialmente restritiva. A comunidade respondeu criando o OpenTofu, um fork mantido pela Linux Foundation. O mesmo padrão se repetiu com o Redis em 2024. O curso ensina a avaliar ferramentas pela licença — MIT, Apache 2.0, MPL 2.0 são abertas; BSL e SSPL podem te prender no futuro. E explica por que a CNCF existe: pra garantir que nenhuma empresa controla sozinha o rumo de um projeto.

Platform Engineering como trilha. Essa foi uma das adições que mais me animou. O Platform Engineer constrói a plataforma interna que outros times usam pra fazer deploy com autonomia — sem precisar dominar toda a infraestrutura por baixo. A vitória dele é quando um dev novo entra na empresa e faz o primeiro deploy sozinho no segundo dia, sem abrir ticket, sem esperar aprovação.


O lab — e roda 100% na sua máquina

Sem conta na AWS. Sem cartão de crédito. Sem depender de nenhum serviço externo.

O lab é completo — e roda 100% na sua máquina.

A stack é essa:

  • Kind — cluster Kubernetes dentro do Docker. O mesmo K8s de produção, sem VM, sem cloud
  • Gitea — servidor Git self-hosted. O “GitHub da sua máquina”, com branches, PRs e webhooks
  • ArgoCD — o operador GitOps que sincroniza o cluster com o repositório automaticamente
  • Floci — emulador da AWS. S3, SQS, Lambda, DynamoDB — os mesmos comandos, zero custo
  • OpenTofu/Terraform — IaC open source pra provisionar infraestrutura no Floci, exatamente como faria na AWS real

O aluno faz o ciclo completo: commit → ArgoCD detecta → deploy automático. Escala via git commit. Reverte via git revert. E quando tenta fazer kubectl scale direto no cluster, vê o ArgoCD reverter automaticamente — porque no GitOps o Git sempre vence.

Tem ainda uma demo de AIOps: o script diagnose.sh pega logs reais de pods e manda pra um modelo gratuito via OpenRouter. O aluno vê IA interpretando um erro Kubernetes em linguagem natural, do terminal, sem sair do lab.


Para quem é

Para quem quer entrar em DevOps — seja vindo de desenvolvimento, de infraestrutura ou do zero em TI.

O 523 é o ponto de entrada da trilha. Não exige conhecimento prévio de containers ou cloud. Exige curiosidade e vontade de aprender.

O aluno sai com quatro coisas concretas:

  1. Compreender as bases que toda trilha exige — Git, Linux, Redes e Observabilidade — e o papel do AIOps no pipeline moderno
  2. Medir a maturidade do time com DORA Metrics e saber o que mudar pra subir de nível
  3. Montar e operar um ambiente GitOps completo na própria máquina, do zero
  4. Clareza sobre qual trilha seguir — Cloud, On-Premises ou Platform Engineering — com certificações mapeadas

Bora pra cima!

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Acesse o link e garanta sua vaga: https://4linux.com.br/cursos/produto/devops-essentials/

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Emerson Silva
Emerson Silva 21 posts

Desenvolvedor de Infraestrutura e Monitoramento, atua como Engenheiro DevOps na 4Linux, entusiasta DevOps e apaixonado por software livre

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