IA para maiores – A IA faz Ploc
A revista The Economist fez um artigo muito bem detalhado e embasado sobre a bolha da IA.
Esse gráfico da The Economist mostra uma linha do tempo das maiores bolhas tecnológicas da história e compara o impacto delas em três dimensões:ทดลองเล่นสล็อต PGเว็บสล็อตเว็บตรง
1 – Quanto da economia foi drenada para esses investimentos;
2 – Se o que foi construído (infraestrutura, cabos, chips, ferrovias) tinha vida longa ou se depreciava rápido;ไฮดร้า888
3 – Até que ponto a quebra contaminava o resto da economia.ทดลองสล็อต PG
Plocs do passado
1840s, ferrovias na Grã-Bretanha: primeiro grande boom tecnológico. O investimento chegou a 13% do PIB. Criou a rede ferroviária, mas a crise dobrou o desemprego.
1860s, ferrovias na Grã-Bretanha e nos EUA: bolhas ligadas mais à política e ao crédito. O colapso afetou bancos e gerou crises prolongadas.
1870s, telefone / 1880s, luz elétrica: inovações transformadoras, mas também acompanhadas de especulação. Quem investiu errado perdeu dinheiro, mas a tecnologia ficou.
1920s, eletricidade e rádio: boom forte nos EUA, mas a quebra coincidiu com a Grande Depressão.
1960s, eletrônicos nos EUA: bolha mais localizada, perdas pulverizadas, pouco efeito sistêmico.
1980s, Japão: mistura de política e tecnologia. Liberalização financeira + boom imobiliário + eletrônicos → crash que deixou a economia estagnada por décadas.บ้านผลบอล
1990s, bolha da internet: investimentos massivos em fibra óptica e startups. Muitos quebraram, mas a infraestrutura sobrou e possibilitou a internet moderna.
2020s, “Covid tech”: crescimento artificial impulsionado por lockdowns, seguido de queda rápida quando a vida voltou ao normal.ทดลองเล่นสล็อต
2022 em diante, IA: a chama inicial é tecnológica, mas agora governos despejam dinheiro e incentivos. O risco não é só a sobrevalorização das empresas, mas também o fato de que os ativos (chips, data centers) têm vida curta e precisam ser trocados rapidamente.
Pré-Ploc
Esse gráfico, chamado “Stairway to Heaven” (vou pegar meu violão…), mostra o capex (capital expenditure) das grandes empresas de tecnologia nos EUA — seis Big Techs (a matéria não fala, mas eu chuto que seriam estas: Apple, Microsoft, Google, Amazon, Meta, Nvidia) mais três startups de IA (também chuto que seriam OpenAI, Anthropic e xAI.
De 2017 a 2021: o investimento era relativamente estável, abaixo de 100 bilhões de dólares por ano.
A partir de 2022: a curva dispara, coincidindo com o boom da IA após o lançamento do ChatGPT.
2024–2025: gasto previsto acima de 300 bilhões.
2027: projeção de mais de 400 bilhões de dólares por ano, quatro vezes o nível pré-IA.ปั่นสล็อตเว็บตรง
Esse salto representa a corrida por data centers e chips, o coração da infraestrutura de IA.
O problema: boa parte desses ativos se deprecia rapidamente. Chips de ponta perdem valor em poucos anos, ao contrário de ferrovias ou cabos de fibra, que duram décadas.
Isso aumenta o risco de investimentos bilionários se tornarem sucata tecnológica em pouco tempo.
O paralelo com bolhas passadas é claro: quanto maior o gasto, maior o impacto se a expectativa não se concretizar.หนังออนไลน์ 24ทีเด็ด บอลเต็ง 99 วันนี้
O mercado americano subiu 21 trilhões de dólares desde 2022. Dez empresas levaram mais da metade disso. Todas surfam a onda da inteligência artificial. Investidores dizem que a IA será maior que a Revolução Industrial. Alguns falam em criar um “Deus Digital”. Isso justifica qualquer gasto.ทดลองเล่นสล็อต
Mas a conta não fecha. A receita anual das grandes empresas de IA é de 50 bilhões de dólares. Isso é nada perto dos 2,9 trilhões previstos em data centers até 2028. Noventa e cinco por cento das empresas não têm retorno algum dos projetos em IA.
O texto alerta que a bolha de IA pode se tornar comparável às maiores da história. O capital investido ainda é menor que o das ferrovias do século XIX, mas está crescendo rápido. Os ativos têm baixa durabilidade (chips de ponta ficam obsoletos em poucos anos).
O risco sistêmico é médio, porque bancos não estão muito expostos, mas famílias americanas nunca tiveram tanta riqueza presa em ações — quase 30% de seu patrimônio.
Pós-Ploc
A pergunta não é se vai estourar. A pergunta é o que sobra depois.
O que vai sobrar são os modelos matemáticos de engenharia estatística impressionantes. Também as LLMs. Elas são como um sistema operacional. A diferença é que precisam de um grande hardware para rodarem. Os datacenters já com os novos chips e hardwares voltados para IA. Ferramentas open source (PyTorch, Hugging Face, LangChain, etc.) que já estão sedimentadas na comunidade.
Mas o principal que fica pós-ploc está relacionado à cultura e conhecimento humano:
- Capacitação em IA: milhões de pessoas aprendendo a trabalhar com prompts, APIs e automações. Esse know-how não desaparece;
- Mudança na mentalidade corporativa: empresas já internalizaram a lógica de automatizar tarefas cognitivas. Isso não volta atrás;
- Novos padrões de interface: chatbots, copilots, pesquisa conversacional — uma revolução na forma de interagir com máquinas.
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